sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

. Zé .

Estive pensando... Não pude ser tudo o que quis, armei umas e outras... Tomei e dei volta como o drible sem objetivo, que se perde além da linha lateral. Até já jurei com os dedos cruzados! É... Comecei errado... Mas hoje eu tô ciente. Tô tentando, se possível, zerar do começo e repetir o play. Eu tenho fé que um dia, você aí que me lê, vai ouvir falar de um cara que era só um Zé. Não é noticiário de jornal. Não é. Pode anotar aí.

Tem jogo que já começa acabado, e pra falar a verdade, meu santo tá cansado disso. Até tentei ser crente, mas meu Cristo é diferente de tudo o que se vê por aí. A sombra dele é sem cruz e tô tentando fazer o mesmo com a minha. Sabe, meu escudo é minha hóstia e fiz questão de escrever isso 7 vezes para eu lembrar todos os dias da semana.

Ouvi dizer que é bom colorir todo de amor, inventar um jeito de brincar, saber perder alguma coisa pra sobreviver... Essas coisas que sempre se ouve, vez ou outra. E pensando bem, meu coração é pulsação e meu guia. Sendo assim, deixa o mundo avisado, ok? Num mundo assim: bem grande.



*Trechos em destaque tirados do disco "7 vezes", do O Rappa.

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